Ai, ó vitimas da vitimização... como os percebo!
Como sei que namoram a atenção
E ingerem, por vício, o placebo
Que vos ameniza a auto-flagelação,
Enquanto se esquecem que o convívio
Nasce na parte mais importante do ego
E que a petulância é doença sem alívio
Que pasta no confronto torto e cego.
Ai, ó vitimas de ser vitimas...
Ai como sei que saber aiar
Por vezes não precisa de rimas
Para dar calor ao coração que finge chorar.
Ai, ó vitimas de quem diz mal,
De quem das vitimas só diz coisas ruins
Eu sei... eu sei!
Mais ais, mais ais, ó vítimas de critica
Que de tão pouco escrita, parece mal encarada
Mas que, no fundo, também é vitima de leitura tísica...
Mais ais profundos para as vítimas mal amadas.
Valdevinoxis
( Sabes o significado da escrita a vermelho ?? ;) )

